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A afirmação do vereador Nilton Bobato (PCdoB) feita na sessão extraordinária hoje (23) em tom de indignação conseguiu transpor a algazarra e as vaias vindas de um plenário lotado que veio à Câmara para apoiar a votação do veto do prefeito a itens do Plano Municipal de Educação, que garantiam ações pedagógicas para inclusão social das minorias, com o respeito às diversidades religiosas, raciais, orientação sexual, e ainda a escolarização de camponeses, gestantes e mães. 

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Um dos principais avanços das políticas públicas de educação no tocante ao enfrentamento das mais diversas violências cometidas contras as minorias sociais acaba de sofrer um duro golpe da prefeitura de Foz do Iguaçu com o veto às estratégias da Meta 8 do Plano Municipal de Educação, que atendendo às diretrizes do Plano Nacional de Educação, estipula ações pedagógicas para o enfrentamento dos vários tipos de preconceito e discriminação por questões raciais, de gênero e crença nas escolas brasileiras.

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O projeto de lei da prefeitura que prevê o reajuste salarial aos servidores municipais traz um importante retrocesso na política do salário mínimo municipal, promovendo um arrocho no salário de cerca de 700 trabalhadores, dentre agentes comunitários de saúde, endemias e serviços gerais. Sob pedido de vistas feito pelo líder do governo, Hermógenes de Oliveira (PMDB), a proposta foi lida em sessão extraordinária na última sexta-feira, 19, e estabelece a quantia deR$1.181, 57 como menor salário municipal, uma diferença de aproximadamente R$24 dos valores pactuados no ano anterior, correção que está muito aquém das projeções estipuladas para os reajustes no salário mínimo do município.

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Uma injustiça fiscal que por muito tempo passou despercebida começa a ser reparada com a apresentação do PLC 09/2015, de autoria do vereador Nilton Bobato (PCdoB), aprovada em duas discussões na sessão desta quinta-feira (18). O projeto altera dispositivos do Código Tributário Municipal que autorizavam o Poder Público a taxar proprietários, das mais diversas atividades,  por conta de alteração no número dos imóveis ou nome das ruas, modificados por atos da própria prefeitura.
A alteração feita por Bobato corrige a distorção, prevendo a isenção da taxa aos proprietários, responsabilizando quem de fato causou a modificação, ou seja,  a prefeitura.

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